AINDA BUSACANDO UMA RESPOSTA PÓS-MODERNA.
Postado por Pr Paulo Cézar , quinta-feira, 7 de abril de 2011 quinta-feira, abril 07, 2011
É inegável que a partir da década de setenta nenhum outro tema tenha dominado tanto os escritos ligados ao ramo da teologia como a missão. O que impulsionou esse fato foi certamente a situação mundial contemporânea como também, o crescente intercambio de ideias entre povos e religiões criando assim esse cenário. Pode se levantar a seguinte hipótese, que esse acontecimento tenha se dado por conta do cristianismo não alcançar êxito entre os povos das grandes religiões. Devemos ficar atentos a esse fracasso que possivelmente tenha sido causado por falta de contextualização e inculturação. Os modelos usados foram os da prática do cristianismo latino, onde o mesmo separa a religião da cultura. Tomando como exemplo o budismo, quando o mesmo deixou sua terra de origem ele se tornou budismo chinês, budismo japonês, budismo tailandês, ou seja, ligação direta com o povo e sua cultura. Ou seja uma missão de encarnação em contraste com a missão de desincorporação. Precisamos quebrar o vaso que é receptáculo e meio de transporte dessa planta impedindo o seu transplante. Porque ninguém se atreve a quebrar esse vaso? Que durante séculos veem reproduzindo uma Igreja raquítica. Temos a oportunidade de compensar a miopia que chegou até hoje – compreendendo que estamos permeados pelo exclusivismo, a consumação e o relativismo onde os mesmo estão de pé de igualdade com as grandes religiões mundiais. O desafio é encontra uma maneira plausível com o evangelho de Cristo sem perder a essência do reino, ainda não temos uma direção clara, muito menos uma resposta convincente. A minha sugestão é que poderíamos começar com encarnação do evangelho, vivenciando o povo e a cultura que estamos inseridos sem nos incomodar com o espirito da época que diz: “todas as religiões são igualmente falsas”. Viva sua fé compartilhe sua vida.
Por, Pr Paulo Cézar.


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