DESABAFO DE UM HETEROSSEXUAL
Postado por Pr Paulo Cézar , quinta-feira, 30 de junho de 2011 quinta-feira, junho 30, 2011
DESABAFO DE UM HETEROSSEXUAL
Esse texto foi um e-mail que recebi e estou repassando por encontrar em suas palavras o eco de muitos que gostariam de fazer esse desabafo.
Neste momento em que organizações de LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) têm vindo a afirmar, em alguns casos até mesmo com vaias em diversos meios, que o comportamento heterossexual foi, essencialmente, apresentado como único socialmente aceitável ao longo de gerações, motivado por costumes familiares, sociais e religiosos, venho apresentar o meu repúdio a tal afirmação e defender intransigentemente o meu direito de ser heterossexual.
Sou de um tempo em que nós ficávamos na nossa posição de héteros e eles na deles, discretos, sem terem orgulho de sua escolha sexual e nem tentando convencer os demais a serem iguais a eles. Cada macaco no seu galho.
Talvez a luta desenfreada da TV Globo em desestruturar a família brasileira, base da sociedade, incentivando a infidelidade e o orgulho gay em suas novelas, tenham levantado a “moral” deste segmento bastante minoritário. São poucos, mas barulhentos e imbuídos como se numa cruzada contra os heterossexuais. Pensemos: quantos gays nós conhecemos? Poucos, graças a Deus.
Nós, os heterossexuais somos, ainda, a maioria esmagadora da população e não devemos ficar calados diante do descalabro que assola a todo instante a mídia, mormente quando qualquer pessoa pública, seja autoridade ou não, se manifesta de forma coerente com suas ideias, tradições e costumes religiosos, políticos, enfim, sociais que outrora eram normais.
Não podemos aceitar que o comportamento hétero seja visto como “anormal”e este desequilíbrio homossexual tome a posiçe normalidade. Não quero que um gay eduque meus filhos, não quero um empregado doméstico gay, não quero um motorista gay, prefiro heterossexuais. Isto é uma opção minha a qual ninguém tem o direito de se opor.
Assim sendo, heterossexuais, não tenhamos vergonha de nossa opção, pois ela é a ÚNICA correta. Temos direito a escolhas, sem sermos rotulados de homofóbicos. Somos, simplesmente, coerentes com o nosso pensamento.
Como sabiamente argumentou o justo Juiz Jerônymo Pedro Villas Boas, de Goiania-GO, se os gays fossem colocados em uma ilha e criassem um país fictício, em uma geração estariam extintos. Que prova maior pode existir de que eles estão errados na sua opção e que nunca poderão vencer?
Basta. Nós temos direitos também, não somente eles. Se continuarmos neste passo errante, daqui a pouco tempo seremos tolhidos de toda e qualquer argumentação, sob o pálio de que estamos cometendo crime, e grave, contra esta espécie homoafetiva.
Preferência sexual é uma coisa. O que estamos vendo na mídia é outra coisa. É uma apologia ao homossexualismo. Uma espécie de endeusamento/exaltação do, digamos, “orgulho gay”. É triste, mas quero deixar bem claro minha completa indignação contra esse estapafúrdio comportamento dos meios de comunicação.
Deus, na sua magnificência suprema é sabedor desse desequilíbrio na Terra. Precisamos urgentemente do socorro divido contra aquela força diabólica que está destruindo a raça humana. Sim. Por que não? Pois, como dito acima, pelo Juiz de Goiânia, a continuar assim ,a raça humana estará com seus dias contados...
Fulano de Tal dos Anzóis.
Sou heterossexual e não burro para ser perseguido, caso identificado.
Sou de um tempo em que nós ficávamos na nossa posição de héteros e eles na deles, discretos, sem terem orgulho de sua escolha sexual e nem tentando convencer os demais a serem iguais a eles. Cada macaco no seu galho.
Talvez a luta desenfreada da TV Globo em desestruturar a família brasileira, base da sociedade, incentivando a infidelidade e o orgulho gay em suas novelas, tenham levantado a “moral” deste segmento bastante minoritário. São poucos, mas barulhentos e imbuídos como se numa cruzada contra os heterossexuais. Pensemos: quantos gays nós conhecemos? Poucos, graças a Deus.
Nós, os heterossexuais somos, ainda, a maioria esmagadora da população e não devemos ficar calados diante do descalabro que assola a todo instante a mídia, mormente quando qualquer pessoa pública, seja autoridade ou não, se manifesta de forma coerente com suas ideias, tradições e costumes religiosos, políticos, enfim, sociais que outrora eram normais.
Não podemos aceitar que o comportamento hétero seja visto como “anormal”e este desequilíbrio homossexual tome a posiçe normalidade. Não quero que um gay eduque meus filhos, não quero um empregado doméstico gay, não quero um motorista gay, prefiro heterossexuais. Isto é uma opção minha a qual ninguém tem o direito de se opor.
Assim sendo, heterossexuais, não tenhamos vergonha de nossa opção, pois ela é a ÚNICA correta. Temos direito a escolhas, sem sermos rotulados de homofóbicos. Somos, simplesmente, coerentes com o nosso pensamento.
Como sabiamente argumentou o justo Juiz Jerônymo Pedro Villas Boas, de Goiania-GO, se os gays fossem colocados em uma ilha e criassem um país fictício, em uma geração estariam extintos. Que prova maior pode existir de que eles estão errados na sua opção e que nunca poderão vencer?
Basta. Nós temos direitos também, não somente eles. Se continuarmos neste passo errante, daqui a pouco tempo seremos tolhidos de toda e qualquer argumentação, sob o pálio de que estamos cometendo crime, e grave, contra esta espécie homoafetiva.
Preferência sexual é uma coisa. O que estamos vendo na mídia é outra coisa. É uma apologia ao homossexualismo. Uma espécie de endeusamento/exaltação do, digamos, “orgulho gay”. É triste, mas quero deixar bem claro minha completa indignação contra esse estapafúrdio comportamento dos meios de comunicação.
Deus, na sua magnificência suprema é sabedor desse desequilíbrio na Terra. Precisamos urgentemente do socorro divido contra aquela força diabólica que está destruindo a raça humana. Sim. Por que não? Pois, como dito acima, pelo Juiz de Goiânia, a continuar assim ,a raça humana estará com seus dias contados...
Fulano de Tal dos Anzóis.
Sou heterossexual e não burro para ser perseguido, caso identificado.


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